Olha quem resolveu aparecer: a Giov aqui! Ok, eu estou bem sumida, mas é por motivos de força maior (escola!). Eu estou sem tempo para nada (sério). Mas vamos deixar esse papo pra lá e ir logo ao assunto! Eu F-I-N-A-L-M-E-N-T-E consegui ler O teorema Katherine, que já estava na minha wishlist há um tempão. Bem, quanto aos aspectos gráficos, o livro é muito lindo. Sério, dá vontade de tirar milhões de fotos da capa, de tão linda que ela é, apesar de ela ser bem simples. Ah, na capa tem uns desenhos bem lindinhos e cada um tem um significado, que a gente vai descobrindo ao longo do livro (adoro isso!). A diagramação é ótima (ótima mesmo) e as folhas são amareladas.

Colin Singleton é um (ex)prodígio candidato a gênio, talvez que é viciado em anagramas e que tem uma certa "queda" por garotas que se chamam Katherine. Ao todo, ele já namorou 19 Katherines. E há mais uma coincidência nisso: todas terminaram com ele. Depois do seu namoro com a Katherine 19 acabar, ele decide cair na estrada com o seu melhor amigo Hassan. A viajem não tinha destino certo (apenas queriam ficar longe de Chicago), mas a maioria do livro se passa numa cidadezinha chamada Gutshot (praticamente a primeira parada deles). Os dois resolvem parar em Gutshot para visitar o túmulo do Arquiduque Francisco  Ferdinando. A ideia era fazer uma visita rápida, mas essa visita acabou se estendendo (os dois arranjaram um emprego)... é lá em Gutshot que Colin tem o seu momento eureka! e começa a desenvolver o seu teorema para prever o futuro de um relacionamento, ou seja, quem vai ser o Terminante e o Terminado. 

Acho que era de se esperar que houvesse comparações desse livro  A culpa é das estrelas (resenha aqui), e eu realmente fiz algumas, hihi. Primeiro: diferente de A culpa é das estrelas, esse livro não é para chorar. Não que seja mais divertido do que o outro, mas nesse aqui é (quase) impossível chorar. O John Green manteve a maneira divertida de ver as coisas e de interpretar cada situação, o que faz a gente repensar um pouco na maneira que estamos vendo a vida. E o que não pode faltar: uma boa dose de bom humor com ironia. Além disso, o livro é cheio de notas de rodapé, que nos ajudam a entender melhor a história (e várias vezes são bem complexas/divertidas). A complexidade do livro me deixou com vontade de ler cada vez mais e só parar quando o livro terminasse... A história é realmente muito divertida, complexa e super interessante. Voltando para as comparações, quanto aos personagens, nenhum deles é como Hazel e Gus (marcantes), mas são super divertidos e (pelo menos comigo) conseguem arrancar várias gargalhadas. O livro é muito legal, vale a pena ler! Dou 4 estrelas.

Bem, pessoal, isso é tudo. Pretendo aparecer mais por aqui, mas nada de promessas, pois estou sem tempo
Beijinhos, Giov